O presidente da instituição, Cledson Lima, acredita que esse amadurecimento reflete diretamente no serviço entregue ao cidadão. Segundo ele, o objetivo atual é usar a tecnologia para que a fiscalização e o licenciamento sejam rápidos e eficientes. Cledson também faz questão de valorizar quem faz o trabalho acontecer no dia a dia: os servidores que vestem a camisa do instituto desde o primeiro dia.
Resultados práticos na conservação
A eficiência do trabalho aparece nos números. Com o Manejo Integrado do Fogo, as áreas protegidas tiveram uma queda de quase 31% nas queimadas em 2025. Além disso, o órgão tem investido pesado na organização do território, como no caso do Plano de Manejo da APA Nascentes de Araguaína, um projeto que recebeu R$ 1,4 milhão para garantir que o desenvolvimento da região aconteça sem agredir o meio ambiente.
Fiscalização que vai além da punição
O Naturatins mantém olhos atentos em ciclos importantes da nossa biodiversidade. A Operação Capim-Dourado, por exemplo, protege o artesanato local ao evitar colheitas fora de época. Já na piracema mais recente, o esforço resultou na apreensão de quase 40 quilômetros de redes de pesca ilegais, protegendo a reprodução dos peixes nos rios tocantinenses.
Menos burocracia, mais clareza
Para quem produz e empreende, o instituto também traz novidades. Novas regras de licenciamento e gestão de águas foram criadas para destravar processos parados e dar mais segurança jurídica. A ideia é simples: monitorar de perto onde há riscos reais e facilitar a vida de quem trabalha dentro da lei, garantindo que o Tocantins continue crescendo de forma sustentável.




