Paisagismo de Divino Alcan transforma memória e resíduos em manifesto vivo do Tocantins. Na Bienal de Arquitetura, o artista assina o entorno da Casa Arlê e propõe leitura do território que une pioneirismo, economia criativa e força produtiva do Estado. "Quando a gente fala de Tocantins, fala de um estado jovem, mas com uma força produtiva enorme. O agronegócio, por exemplo, tem transformado territórios e impulsionado o PIB, mas isso precisa caminhar junto com responsabilidade social e ambiental", diz o artista. "Meu trabalho na Bienal é traduzir isso em linguagem sensível"