A equipe do Tocantins apresentou dois resumos científicos baseados em experiências práticas no estado. O primeiro detalhou como funciona o monitoramento das onças-pintadas dentro do Parque Estadual do Lajeado. Já o segundo trabalho focou na busca por registros do tamanduá-anão no bioma Cerrado. Esses estudos reforçam o empenho do órgão em acompanhar de perto as espécies que vivem na região e garantir sua preservação.
Durante a semana, a programação na UFMG contou com palestras e cursos técnicos, servindo como um ponto de troca de conhecimento entre instituições públicas e privadas. Para os representantes do Naturatins, essa integração ajuda a aprimorar as técnicas de manejo e as políticas de proteção ambiental aplicadas no Tocantins.
A bióloga Angélica Beatriz Corrêa explicou que a presença do instituto no congresso foi fundamental para fortalecer o trabalho feito em solo tocantinense. Segundo ela, além de mostrar os resultados locais, o contato com pesquisadores de todo o país permite trazer novas ideias e melhorar as ações de conservação da nossa fauna.




